IT PRO LAND http://www.itproland.com.br Compartilhando conhecimento com Profissionais de TI Wed, 20 Sep 2017 01:40:16 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.2 Reunião VMUG SP em Outubro! http://www.itproland.com.br/reuniao-vmug-sp-em-outubro/ http://www.itproland.com.br/reuniao-vmug-sp-em-outubro/#respond Wed, 20 Sep 2017 01:40:16 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=419

 

Olá, pessoal!

Novamente teremos uma nova reunião do VMUG SP no dia 05/10/2017. Dessa vez a reunião será na IBM Brasil, local de fácil acesso para todos e com certeza com uma ótima estrutura.

Como sempre divulgo aqui, é importante que se houver interesse não deixe de comparecer. O ambiente é legal e a galera é muito bacana, sempre com palestras interessantes. É muito bom para conhecer novas pessoas e ampliar seu networking.

Os detalhes e a inscrição podem ser feitas no post sobre a reunião clicando AQUI.

Espero todos lá!

Até breve!

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VMWorld US 2017 – Impressões http://www.itproland.com.br/vmworld-us-2017-impressoes/ http://www.itproland.com.br/vmworld-us-2017-impressoes/#comments Mon, 11 Sep 2017 19:38:07 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=413

 

Olá, pessoal!

Na última semana aconteceu o VMWorld 2017 US em Las Vegas. Pela primeira vez tive oportunidade de participar do evento e também de palestrar no Tech Talks do vBrownBag. Foi uma experiência bem legal e gostaria de registrar algumas impressões que tive durante e depois do evento, o que acho que foi legal e o que acho que não vale tanto a pena.

O local do evento foi no Mandalay Bay em Las Vegas. Apesar da estrutura ser inacreditável para um evento desse porte, acho a cidade bem ruim. Tudo é bem longe e caro, além do calor ser insuportável nessa época do ano. Seria ótimo se o evento fosse para uma cidade diferente nos próximos anos, vamos aguardar para ver.

Sobre o evento em si, a VMware junto com seus parceiros sabe como criar um grande show. O Village, local onde estava localizado o espaço do vBrownBag, era bem confortável com muito lugar para sentar. Também era no Village que tinha o espaço para os bloggers onde pude ficar um bom tempo, mesmo não tendo me inscrito como blogger não tive problema em ficar lá e usar meu notebook no tempo livre.
O Solution Exchange é um show a parte. É gigantescos e tem empresas de toda a parte do mundo com as mais diversas soluções e cheia de brinde pra você. Eu tive a oportunidade de conversar com o pessoal da Zerto, por exemplo, que tinha um grande estande com demonstração da nova versão do produto e com bastante gente técnica para conversar. Além disso, o estande da DELL era bem grande e com todos os modelos de servidores deles para demonstração, inclusive a nova linha 14G, o que foi bem legal para conhecer as novidades.

Não fiquei muito tempo no Hands on Lab, mas é legal ver que você pode fazer alguns labs que só vão entrar no HOL nas próximas semanas, além da oportunidade de fazer alguns labs com auxílio de especialistas e já tirar qualquer dúvida que tenha.
Não assisti muitas palestras técnicas, mas o espaço era muito bom e o conteúdo inacreditável. Muitas palestras vão ficar disponíveis no Youtube, então quem tiver interesse pode conferir algumas.

De grande anúncio tivemos a liberação para uso do VMware Cloud on AWS, com detalhes de funcionamento, preço e etc. É uma grande aposta da VMware nessa parceria com a Amazon que acredito que seja corretíssimo. Para que inventar a roda quando já existe coisa boa funcionando, não? Maiores detalhes você pode conferir na página do produto.

Além de todas as atividades, o que realmente conta nesses eventos é o networking que fazemos. Tive a oportunidade de conhecer muita gente bacana da comunidade no VMWorld e isso vou guardar pra sempre. São pessoas que me comunico via Twitter, mas conversar pessoalmente é outra coisa. Se tiverem a oportunidade, não deixem de utilizar o twitter para participar da comunidade. A galera é muito solícita e está sempre pronta para ajudar qualquer um. O Valdecir Carvalho escreveu um post bem legal sobre os influenciadores do mundo VMware em seu blog há alguns meses atrás. Sugiro que leiam e sigam todos os perfis, você não vai se arrepender.

Aproveito para deixar o agradecimento ao grande amigo e parceiro Valdecir Carvalho do Homelaber pela ajuda para ir ao evento e pela nossa palestra no vBrownBag. Além deles, o parceirão Ricardo Conzatti do Solution4Crowds e o amigo Tarsio Moraes contribuíram para o evento ser mais divertido ainda. É sempre bom participar dessas conferências com amigos. 🙂

Para quem quiser conferir nossa palestra, já está diponível no canal do Youtube do vBrownBag:

Nos próximos dias voltarei com a série sobre VEEAM!

Até breve!

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VMWorld 2017 – VCDX Workshop http://www.itproland.com.br/vmworld-2017-vcdx-workshop/ http://www.itproland.com.br/vmworld-2017-vcdx-workshop/#respond Tue, 29 Aug 2017 16:55:26 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=406

 

Olá, pessoal!

Como consegui vir para a VMWorld 2017 alguns dias antes, resolvi participar de um workshop para a comunidade que existe todo ano, o VCDX Workshop. Para quem não conhece, o VCDX é a certificação de maior nível da VMWare. Essa é uma certificação diferente, pois você precisa escrever um projeto de design do começo ao fim, pensando em todos os aspectos envolvidos, como custos, necessidade, restrições, etc. Você é obrigado a fugir um pouco do aspecto técnico que estamos acostumados para pensar na parte lógica de um projeto, o que pode ser muito desafiador para nós que somos técnicos. Entretanto, você ainda precisa conhecer profundamente todos os componentes para garantir que tudo seja feito da melhor forma possível e seguindo todas as melhores práticas da VMWare.

O VCDX é dividido entre quatro áreas onde você pode escolher uma delas e criar seu projeto em volta dessa competência.

 

São apenas 257 VCDXs no mundo, sendo que no Brasil temos apenas UM. É possível verificar todos os requerimentos da certificação e visualizar o perfil de todos os certificados no site oficial do VCDX.

Quando decidi participar desse workshop minha intenção não era me preparar para a certificação. Eu não tenho nem o VCP ainda, então não faria sentido me preparar para isso nesse momento. Minha intenção era entender como funciona a preparação para algo dessa dimensão e poder trazer isso para a realidade brasileira, já que é algo que não ouvimos falar por aqui. Após quatro horas de workshop foi fácil descobrir algumas coisas e fazer alguns paralelos com a nossa realidade:

  • Encare o VCDX como uma defesa de mestrado/doutorado de uma das grandes faculdades públicas brasileira. Você precisa preparar um projeto do zero, apresentar para uma banca com outros VCDXs, e responder todas as questões deles.
  • Não faça o VCDX para garantir melhores salários, faça por realização pessoal. Ele vai tomar um grande tempo da sua vida e você precisa estar empenhado nisso.
  • Poucos passam na primeira vez. Não porque o projeto era ruim, mas sim porque o nervosismo durante a apresentação e sabatina pode acabar com você.
  • Se você não sabe a resposta de uma pergunta da banca, apenas diga “Eu não sei a resposta”. Não tente enrolar porque eles vão perceber, você está diante de alguns dos maiores especialistas do mundo. Eles vão perceber e vão usar isso contra você.
  • Seja conciso e direto, não tente falar mais do que você deve sobre um determinado assunto ou pergunta.
  • Não crie situações em seu projeto para forçar uma pergunta da banca. Eles também irão perceber isso e vão querer se aprofundar cada vez mais.
  • A principal dica do workshop é: durante a banca, mantenha a calma. Perder a calma durante a apresentação é o que causa a grande maioria das reprovações.

Foi uma experiência incrível participar do workshop, aprender como o VCDX funciona e estar cercado de monstros da indústria de virtualização. Se você se interessou sobre o assunto, esses workshops acontecem com frequência online e de forma presencial. Eles possuam um calendário com todos as datas do workshops, datas de submissão, datas de defesa, etc sobre o programa.

Até breve!

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VEEAM – Backup & Replication – Utilizando Failover Plans http://www.itproland.com.br/veeam-backup-replication-utilizando-failover-plans/ Wed, 23 Aug 2017 11:00:23 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=375

 

Olá, pessoal!

Continuando a série sobre VEEAM, hoje irei demonstrar a utilização do Failover Plan que é utilizado para criar um plano de ação quando um desastre ocorrer e automatizar as tarefas necessárias para colocar o ambiente funcionando sem a necessidade de tantas intervenções manuais.
Para demonstrar este teste, irei utilizar a réplica que criamos no artigo anterior, com a diferença que agora eu tenho uma segunda VM que é apenas um clone da primeira para simular com duas VMs.

 

 

Voltando ao VEEAM, iremos criar o Failver Plan clicando no ícone relacionado.

 

 

Escolha um nome para o Failover Plan e, se for necessário, você pode escolher scripts para serem todas antes do failover plan iniciar ou após. Isso pode ser útil se existir a necessidade de efetuar alguma configuração em sua rede ou nas VMs para habilitar suas réplicas. Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Na próxima tela devemos escolher as VMs que farão parte do plano. Clique em “Add VM”.

 

 

Podemos escolher as VMs da infraestrutura que você adicionou no VEEAM ou selecionar de um job que existe. No meu caso irei escolher do job que criamos no artigo anterior.

 

 

Iremos selecionar o job. Expandido ele, é possível ver todas as VMs que temos replicadas e qual a idade do último restore point. Clique em “Add” para selecionar o job de réplica.

 

 

Agora, com as VMs adicionadas, podemos definir a prioridade de cada uma. Primeiro, podemos alterar qual irá iniciar primeiro em nosso host de réplica clicando em “Up” ou “Down”.

 

 

Clicando em “Set Delay” podemos definir a diferença de tempo de inicialização entre cada VM. Isso é muito importante caso você possua em seu failover plan VMs que dependem uma da outra.
Por exemplo, em uma estrutura baseada em Active Directory, precisamos que os Domain Controllers sejam as primeiras VMs a serem ligadas para depois iniciar qualquer outra. Nesse caso, deixaríamos elas em primeiro e definiríamos um delay para as próximas VMs suficiente para que todos os serviços do Active Directory estejam disponíveis. Portanto, verifique todas as VMs que serão adicionadas em seu Failover Plan e defina o delay conforme a necessidade.
No meu exemplo manterei o padrão de 60 segundos de diferença entre as duas VMs.

 

 

Clique em “Apply” e depois em “Finish” para finalizar.

 

 

Agora, com o Failover Plan criado, irei simular uma queda onde preciso iniciar minhas réplicas. Para isso, irei desligar os três hosts que possuo em meu cluster do site Matriz.

 

 

No VEEAM, irei iniciar o failover plan clicando com o botão direito e escolhendo a opção “Start”.

 

 

O failover plan irá iniciar. Vejam que a primeira VM que irá iniciar será a “Win7_2”.

 

 

Após 60 segundos que a Win7_2 foi iniciada, a Win7 será processada.

 

 

Podemos verificar no vCenter que as duas VMs estarão iniciadas no host do site backup.

 

 

Agora, imagine um cenário em que o site da matriz foi restabelecido e você não precisa das informações das VMs do site backup. Usando o Failover Plan podemos simplesmente descartar as informações das VMs e reverter o snapshot. Para isso, iremos clicar com o botão direito do mouse no failover plan e escolher a opção “Undo”.

 

 

Nesse momento o VEEAM irá reverter os snapshots das VMs e desligá-las para que estejam prontas para receber novas replicações, já que o ambiente foi restabelecido. Receberemos uma mensagem que todos os dados dessas VMs serão perdidos ao efetuar esse processo.

 

 

O processo será iniciado da mesma forma como o processo de failover:

 

 

Ao finalizar teremos o resultado do processo.

 

 

As VMs estarão desligadas e com o snapshot revertido no vCenter.

 

 

Importante dizer que o VEEAM não irá religar suas VMs do site principal fazendo esse processo. Ele só prepara seu ambiente de réplica para voltar a replicar normalmente as VMs.
Também dá para perceber que todo esse processo pode ser feito manualmente, sem o uso do Failover Plan, mas em um ambiente grande com várias dependências pode ser fundamental usá-lo para seguir uma sequência de religamento das VMs em seu site backup em caso de desastre.

Para ler mais sobre o Failover Plan você pode acessar o Help Center da VEEAM que detalha todo o processo.

Até breve, pessoal!

 

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vExpert 2017 & VMWorld 2017 http://www.itproland.com.br/vexpert-2017-vmworld-2017/ http://www.itproland.com.br/vexpert-2017-vmworld-2017/#comments Wed, 16 Aug 2017 11:55:29 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=301

 

Olá, pessoal!

 

Dando uma pausa nos posts sobre VEEAM para trazer uma notícia incrível! Fui aceito no programa vExpert! É uma honra ser reconhecido pelo trabalho após pouco mais de 5 meses do ínicio do blog. Meu objetivo ao criar blog sempre foi compartilhar conhecimento e ver que isso é reconhecido de alguma forma é uma sensação muito bacana.

Para quem não conhece o programa vExpert você pode ler mais sobre ele no blog do Valdecir Carvalho e do Ricardo Conzatti. Dois grandes amigos que me ajudam no dia a dia para escrever mais e melhorar o conteúdo do blog. Além de serem os responsáveis por me apresentar o programa vExpert e me incentivar a aplicar. Só tenho a agradecer. 

 

Além disso, agora com tudo certo, posso dizer que irei ao VMWorld 2017 em Las Vegas! Será a primeira vez que vou ao um evento técnico fora do Brasil, então estou bem empolgado. E não apenas vai ser a primeira, como terei a oportunidade de falar um pouco sobre o programa vExpert junto com o Valdecir em uma das sessões do vBrownBag. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, então espero que consiga lidar com tudo e que seja uma experiência bacana!

 

Para os interessados, a palestra será transmitda pelo canal do Youtube do vBrownBag. A palestra acontecerá às 14h15pm no dia 30/08/2017. Como Las Vegas possui um fuso horário de 4 horas para trás, a palestra será às 18h15 horário de Brasília. Segue os dados em detalhes:

 

 

Aproveitem a oportunidade para conhecer e assistir todas as palestras do TeckTalks do vBrownBag. A comunidade é bem legal e tem muita gente com grande conhecimento envolvida.

 

Aguardem diversos posts sobre a VMWorld focado em assuntos técnicos. Irei tentar acompanhar as novidades que falarem por lá e replicar o quanto antes no blog para manter todos informados sobre o que está acontecendo lá!

 Até breve!

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VEEAM – Backup & Replication – Replicando VMs entre hosts ESXi http://www.itproland.com.br/veeam-backup-replication-replicando-vms-entre-hosts-esxi/ http://www.itproland.com.br/veeam-backup-replication-replicando-vms-entre-hosts-esxi/#comments Mon, 14 Aug 2017 11:40:04 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=324

 

Olá, pessoal!

Dando continuidade com os posts sobre VEEAM, hoje vou demonstrar como utilizá-lo para replicar VMs entre hosts, uma das principais funções do produto. Lembrando que essa funcionalidade só está disponível a partir da versão standard do VEEAM, ou seja, na versão free não temos a função de replicação de VMs entre hosts.

Você pode verificar meu último artigo de instalação da versão Enterprise AQUI.

Nessa demonstração usarei um ambiente de teste que tenho onde possuo a seguinte estrutura:

 

 

O objetivo é replicar a VM Win7 do Data Center LAB_DC_MTR para o Data Center LAB_DC_STB, simulando a ideia de dois sites distintos onde precisamos replicar as VMs para garantir um ambiente de Disaster Recovery.

Antes de mais nada, precisamos adicionar a estrutura do vCenter no VEEAM para então criar o job. Para isso iremos em Backup Infrastructure -> Managed Servers -> Add Server.

 

 

Escolha VMWARE VSPHERE. Iremos adicionar o vCenter porque todo o meu lab é gerenciado por um único vCenter, mas o VEEAM é bem flexível, você pode adicionar hosts standalones também. Veja o que se adequa melhor ao seu ambiente.

 

 

Digite o nome ou o IP do vCenter e clique em Next.

 

 

Agora devemos escolher a credencial para acessar o vCenter que tenhas as permissões necessárias para o VEEAM manipular os objetos. Para uma descrição completa das permissões necessárias você pode verificar este documento. Eu estou usando um usuário que possui permissão de administrador no vCenter.
A porta padrão que o VEEAM tentará se comunicar com o vCenter é a 443, se você por acasou alterou isso no vCenter, altere também nessa opção.
Clique em Add, preencha os campos de usuário e senha, clique em OK e Next.

 

 

Após as validações necessárias e o VEEAM confirmar que conseguiu conectar, clique em Finish.

 

 

Com o vCenter adicionado, agora podemos criar nosso job de replicação. Clique em “Replication Job”.

 

 

Dê um nome e uma descrição para o job. Também podemos logo no íncio escolher algumas opções avançadas que abrirão novas opções. No meu exemplo não irei habilitar nenhuma delas, mas segue alguns links e breve explicação para entedê-las. Muito possivelmente, algumas delas podem ser úteis para o seu ambiente.

  • Low connection bandwidth (enable replica seeding)
    • Essa opção pode ser utilizada para utilizar um backup que você possui no Site Backup para o VEEAM utilizar como seed, ou seja, o VEEAM iria utilizar esse backlup para restaurar a VM de réplica no ESXi de destino e então sincronizar essa réplica com a origem e replicar apenas os dados incrementais.

 

  • Separate virtual networks (enable network remapping)
    • Essa opção é utilizada caso o nome das redes virtuais sejam diferentes entre seu DC da Matriz e Site Backup. Por exemplo, o nome do seu port group nos ESXi da Matriz é “REDE_MATRIZ” e no Site Backup é “REDE_SITE_BACKUP”. Nesse exemplo, se você não habilita essa opção, a máquina virtual é replicada sem saber qual é o port group que as placas de rede devem ficar conectadas. Você pode a qualquer momento mudar manualmente isso na réplica, mas se o seu objetivo é ter a menor intervenção manual possível você deve utilizar essa opção.

 

  • Different IP addressing schema (enable Re-IP)
    • Parecido com a opção anterior, essa é utilizada caso o seu site backup possua um range de IP diferente do site Matriz. Nesse caso você precisa habilitar essa opção para que o VEEAM possa mudar o IP das VMs quando for necessário ligá-las, caso contrário será mantido o IP de origem.

 

 

Na próxima tela, clique em Add para selecionar as VMs que serão replicadas. No meu exemplo irei escolher o Data Center Matriz inteiro porque só possuo uma VM, mas você pode escolher da forma que preferir entre data center, hosts, VMs, etc.

 

 

Após adicionar o VEEAM já irá calcular o tamanho das VMs.

 

 

Podemos ainda configurar algumas opções. Clicando em “Exclusions” podemos criar exclusões de VMs ou discos que não devem ser replicados.

 

 

Caso você escolha excluir algum disco, já temos uma opção para replicar apenas o disco 0,0 que costuma ser o sistema operacional, por exemplo. Ou então você pode selecionar os discos que deseja que sejam replicados.

 

 

Voltando a tela inicial, podemos escolher também a opção “Source” que permite que escolhemos de onde gostaríamos que o VEEAM lesse a VM para fazer a réplica. Se diretamente do storage de produção ou então de um repositório onde contenha arquivos de backup gerados pelo VEEAM anteriormente.

 

 

Escolha as opções que melhor se adequam ao seu ambiente e clique em “Next”.

 

 

Agora devemos escolher o destino da réplica. Para isso, clique em “Choose” e selecione o local onde deseja que as VMs sejam replicadas. No meu caso estou escolhendo o cluster do data center do site backup.

 

 

Se necessário você pode alterar algumas opções como o Resource Pool que deseja alocar as VMs no destino, caso houver.

 

 

Modificar o nome das pastas das VMs no datastore, caso haja alguma necessidade.

 

 

Ou ainda escolher um datastore diferente no destino, caso você possua mais de um. É importante dizer que todas as VMs replicadas, por padrão, são criadas com discos do tipo Thin para que você ganhe espaço, mas é possível alterar isso nessa opção. Clique em “Pick datastore” e modifique da forma que melhor se adeque ao seu ambiente.

 

 

Após finalizar as configurações, clique em “Next”.

 

 

Na próxima tela defina o repositório para o metadata do job. Escolha também o sufixo da VM que será replicado para que não se confunda com a original. A VM sempre ficará com o seu nome original _sufixo escolhido. E por último escolha quantos restore points você deseja que sejam armazenados Os restores points nada mais é que snapshots na VM réplica para que você tenha a possibilidade de voltar em outros pontos da VM, caso seja necessário.
Clicando em “Advanced” iremos abrir uma variedade de opções do job que podem ser úteis para o seu ambiente.

 

 

Em Traffic podemos configurar as opções de redução de dados para diminuir o tráfego de rede entre os sites, como compressão e otimização de storage. Eu costumo manter o padrão, a não ser que eu tenha certeza que a réplica está sendo feita utilizando um link WAN. Nesse caso costumo escolher a opção WAN Target.
Você pode ler detalhadamente sobre as opções do Traffic AQUI.

 

 

Na aba “Notifications” podemos configurar as notificações de e-mail e SNMP.

 

 

Na aba “vSphere” podemos modificar algumas opções da forma como o VEEAM irá atuar no ESXi para tirar o snapshot e sobre o CBT (Change block tracking). Eu mantenho o padrão, mas recomendo lerem sobre o CBT para entender como o VEEAM age na camada do ESXi.

 

 

Na aba “Integration” podemos habilitar a opção do VEEAM utilizar snapshots do storage, caso esteja disponível. É uma ótima opção se suas VMs estão em um storage que possui snapshot, porque vai diminuir o impacto nas VMs durante o commit do snapshot. No meu caso vou deixar habilitado, mas não estou utilizando um storage com suporte a snapshots. Você poder ler mais sobre as opções de integração com storage snapshots AQUI.

 

 

Por último, temos a opção de scripts onde podemos executar scripts adicionais antes ou depois da execução do job. Muito útil caso você precise tomar algum tipo de ação antes ou após a replicação.

 

 

Após fazer as configurações necessárias nas opções avançadas, clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Em “Data Transfer” podemos controlar como os dados serão replicados. No meu ambiente eu tenho apenas um proxy, mas em um ambiente maior você pode ter mais de um proxy e escolher qual servidor de proxy será o source e target. Eu irei manter o padrão, então o VEEAM escolherá automaticamente e vai escolher ele mesmo, pois é o único servidor de proxy. Você também pode escolher WAN accelerators, caso tenha disponível em sua rede. Você pode ler mais sobre essas opções AQUI.
Clique em Next para prosseguir.

 

 

Em “Guest Processing” podemos escolher a opção de application-aware. Essa opção é utilizada caso possua alguma VM que contém algum tipo de software que gera transaction logs (Exchange e SQL, por exemplo) para preparar a aplicação antes do ínicio da replica. Ou seja, o Exchange ou SQL fariam o commit do logs transacionais antes da réplica para mantê-la íntegra em caso de subida. É uma opção fundamental caso esteja replicando esse tipo de VM. No meu caso, a VM que estou replicando é um client Windows 7, então não há necessidade, mas é muito importante entender essa opção porque com certeza você irá útilizá-la algum dia. Mais detalhes sobre essa função pode ser lida AQUI.
Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Por último, devemos escolher o agendamento do job. Podemos mantê-lo manual ou criar um agendamento diário, mensal, ou ainda periodicamente. Usando a opção periodicamente temos a opção “Continuosly” onde o job vai rodar, criar réplica, finalizar e rodar novamente. Isso garante que você terá uma réplica o mais fiel possível ao ambiente de produção.
Também podemos escolher as opção de retry caso o job falhe e também criar uma janela de backup para permitir que o job rode apenas durante um período e não impacte o seu horário de produção.
Escolha as opções que mais se adequam ao seu ambiente e clique em “Apply” para finalizar a criação do job.

 

 

Veremos um sumário de todas as opções escolhidas e você pode já marcar pro job iniciar. Clique em “Finish” para finalizar.

 

 

O job será iniciado logo após clicar em Finish.

 

 

Podemos acompanhar todo o processo clicando duas vezes no job.

 

 

Após o job terminar, podemos clicar na opção de report e verificar o resultado. Será aberto um arquivo .html com o log de todas as vezes que o job rodou.

 

 

Voltando ao vCenter, veremos que agora existe uma máquina “Win7_replica” no “LAB_DC_STB”.

 

 

Podemos também verificar que essa VM possui um snapshot, que é o “Restore Point” do VEEAM. Como escolhi manter apenas um restore point, caso o job rode novamente, esse snapshot atual será deletado e será mantido apenas o novo snapshot referente a última vez que rodei o job.

 

 

Verificando o disco da VM, veremos que ele foi criado como “Thin” no datastore “LUN2” conforme definimos no job.

 

 

É isso, pessoal. Espero que o tutorial possa ajudar a começar a criar suas rotinas de replicação e manter um cenário de disaster recovery e sua infraestrutura.
Lembre-se que as réplicas são uma cópia idêntica a VM original, portanto todas as configurações são mantidas e o vCenter irá te avisar que você possua conflitos de MAC no ambiente, pois suas réplicas manterão até mesmo o MAC Address da placa de rede.

Qualquer dúvida, deixa um comentário no post que responderei o quanto antes!

Até breve!

 

 

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http://www.itproland.com.br/veeam-backup-replication-replicando-vms-entre-hosts-esxi/feed/ 1
VEEAM – Backup & Replication – Instalando a versão Enterprise http://www.itproland.com.br/veeam-backup-replication-instalando-a-versao-enterprise/ Fri, 04 Aug 2017 12:52:17 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=279

 

Olá, pessoal!

Há alguns meses, escrevi um artigo sobre a instalação do VEEAM free e sobre um dos seus recursos, o Quick Migration. A partir de agora pretendo escrever alguns artigos sobre a versão paga que tem inúmeros recursos e pode revolucionar a forma como você planeja seu ambiente de Disaster Recovery e backup do seu ambiente virtual.
Nesse artigo iniciarei de demonstrando a instalação qie difere em alguns pontos da versão free. Vamos lá!

Irei utilizar o instalador do VEEAM Availability Suite 9.5 Update 2, esse instalador já contém o VEEAM Backup & Replication, VEEAM One e VEEAM Enterprise Console em um único executável (você pode baixar separadamente, caso necessário), mas irei cobrir por enquanto apenas a instalação do VEEAM Backup & Replication.
Antes de iniciar a instalação devemos sempre verificar os pré-requisitos do software. Você pode verifica-lós AQUI.

O instalador é um único arquivo .iso de cerca de 2.7GB, para facilitar eu extrai todo o seu conteúdo em uma pasta utilizando o 7zip.

 

 

Execute o arquivo de setup.

 

 

Iremos escolher para instalar apenas o VEEAM Backup & Replication 9.5 Update 2.

 

 

Aceite os termos da licença.

 

 

Selecione o seu arquivo de licença. No meu caso estou utilizando a minha licença NFR, mas você tem que possuir esse arquivo antes da instalação. Caso você não escolha nenhuma licença, o VEEAM será instalado no modo free e diversas opções serão omitidas durante a instalação.

 

 

Escolha os recursos que deseja instalar, por padrão devemos manter todos.

 

 

Na próxima tela o instalador verificará se você possui todos os softwares de pré-requisitos instalado, caso não possua algum ele irá informar e você pode escolher para efetuar a instalação. Não é necessário acesso a internet, os binários dos pré-reqs já estão na pasta do instalador.

 

 

Aguarde a instalação dos recursos faltantes.

 

 

Agora com todos os pré-reqs instalados podemos prosseguir.

 

 

Por padrão, o instalador já irá definir algumas opções, mas podemos modificar algumas coisas caso seja necessário. Portanto, vamos escolher a opção “Let me specify different settings”.

 

 

Podemos escolher uma conta padrão do domínio para rodar os serviços do VEEAM. A boa prática recomenda deixar como LOCAL SYSTEM, mas por experiência própria, se o seu ambiente necessitar o uso dessa configuração, pode utilizá-la sem problema.

 

 

Aqui podemos definir as configuração da base de dados SQL Server que o VEEAM necessita. Por padrão é instalado a versão SQL Express 2012, mas podemos apontar para uma instância remota em um servidor de banco de dados dedicado, caso seja necessário. Nesse caso deixarei o VEEAM criar e utilizar a base de dados SQL Express, mas para maiores detalhes sobre o banco de dados você pode verificar estes links:

 

 

Podemos definir as portas padrões que o VEEAM irá utlizar, irei manter as padrões nessa instalação.

 

 

Na próxima tela devemos escolher as pastas  do vPower e do VBR Catalog. Novamente, nessa instalação manterei a padrão, mas é importante verificar as necessidades de cada uma para escolher o local onde instalar.

 

 

Na próxima tela só precisamos confirmar as configurações e verificar se desejamos que o produto verifique se existe novas versões.

 

 

Finalize após o término da instalação.

 

 

É isso, pessoal. Nos próximos artigos irei cobrir algumas funções básicas do VEEAM, como replicação de VM entre hosts e backup de VMs para disco.

Até breve!

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Utilizando o VMware vCenter Converter Standalone http://www.itproland.com.br/utilizando-o-vmware-vcenter-converter-standalone/ http://www.itproland.com.br/utilizando-o-vmware-vcenter-converter-standalone/#comments Thu, 27 Jul 2017 21:47:20 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=275

 

Olá, pessoal!

Vocês conhecem o VMware vCenter Converter Standalone? Se não conhecem, deveriam conhecê-lo e utilizá-lo! Principalmente para ambientes do ESXi Free ou ambiente que o ESXi não está sendo gerenciado por um vCenter. O Converter (forma que o chamarei durante o artigo) é capaz de converter máquinas físicas para máquinas virtuais (P2V), máquinas do VMware Workstation para ambiente do ESXi e até máquinas de um ambiente Hyper-V para o ESXi.
As possibilidades de uso do Converter são muitas, mas neste artigo quero dar um exemplo específico que utilizo muito para ambientes standalone do ESXi onde não tenho a funcionalidade de template do vCenter. Para este tipo de ambiente eu tenho uma imagem preparada no VMware Workstation do sistema operacional Windows Server 2012 R2 com todos os patchs instalados e softwares que preciso. Entretanto, quando vamos criar uma nova VM com Windows sabemos que é necessário rodar o sysprep para não existir nenhum tipo de conflito com outras VMs que existem no ambiente que vieram da mesma image. O Converter é capaz de executar o sysprep automaticamente após converter a máquina e já deixar pronto para uso.

Primeiro instale o VMWare vCenter Converter Standalone baixando do site da VMware. A ferramenta é free, só é necessário ter uma conta no site da VMware para prosseguir com o download. Clique AQUI para baixar. A instalação é a padrão, next, next, finish.

Após abrir o Converter, vamos clicar em “Converter machine”.

 

 

Aqui usaremos a opção “Powered off” em “Select source type” e escolher a opção “VMware Workstation or other VMware virtual machine”. Depois escolha o arquivo “.VMX” da VM que foi criada pelo VMware Workstation, que é o nosso caso. Lembrando que essa é a forma que estou utilizando, mas existem diversas opções que podem ser usadas. Explore da forma que se adeque melhor ao seu ambiente. Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Na próxima tela iremos escolher a opção “VMware Infrastructure virtual machine” para criar a nova VM em um ESXi. Preencha os campos de Server, User name e Password com os detalhes da sua infraestrutura. Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Na próxima tela devemos escolher o nome da VM no ESXi. Esse é o nome de exibição, não hostname do Windows. Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Na próxima tela, iremos escolher em qual datastore queremos hospedar a VM. Podemos também escolher o Resource Pool, caso exista. Além disso, você pode escolher a versão da máquina virtual. Eu recomendo deixar sempre no mais atual. Clique em “Next” para prosseguir.

 

 

Na próxima tela iremos escolher as configurações de hardware da VM. Em “Data Copy” podemos alterar o tamanho do disco. Por padrão, a VM que crio no VMware Workstation eu já deixo com o disco do tamanho que preciso para não mexer nessa opção, mas é possível aumentar o disco, além de escolher se você deseja que seja criado em formato “Thick” ou “Thin”.

 

 

Em “Devices” podemos escolher a quantidade de vCPUs e memória, conforme a necessidade da VM. Também podemos escolher o tipo de controladora dos discos. A seguir temos a tela de configuração de memória:

 

 

E a tela de configuração de CPU e controladora:

 

 

Na próxima tela, temos a opção de configuração de rede da VM onde podemos escolher virtual switch, o tipo de placa de rede e se ela estará conectada após criação da VM. Por padrão, como em minha rede utilizo DHCP, prefiro deixar desmarcado a opção de conectar automaticamente a placa de rede. Após a criação eu mesmo coloco o IP fixo na placa, mas isso pode variar de cenário para cenário. É importante criar a placa de rede do tipo VMXNET 3 que é o mais atual da VMware e que dá suporte a inúmeros tipos de placas.

 

 

Na tela de “Advanced Options” é onde iremos escolher para customizar a VM, ou seja, para rodar o sysprep após a conversão. Também marco para a VM ser ligada após a conversão e para instalar o VMware Tools.

 

 

Eu não altero nenhuma opção em “Services” e “Throttling” porque não é necessário em meu ambiente, mas pode ser útil em seu ambiente, então revise as opções que existem antes de prosseguir. Clique em “Next” para irmos na tela de customização do sysprep.
Aqui temos algumas opções que são obrigatórias para o sysprep rodar com sucesso. Primeiro, precisamos preencher o hostname da VM, Owner Name e Organization:

 

 

A próxima opção que temos é a licença do Windows. Ela não é obrigatória, mas se achar necessário podemos preenchê-la.

 

 

A próxima tela também não é obrigatória e diz respeito sobre o time zone do sistema operacional. Escolha o que melhor se adeque ao seu ambiente.

 

 

A próxima tela é de configuração da placa de rede. Aqui podemos definir o IP da placa, se necessário. Eu geralmente prefiro colocar manualmente porque muitas vezes ainda não sei o IP, mas se você souber já pode definir nessa tela.

 

 

A última tela é para definição de Workgroup/Domínio da VM. Essa opção é obrigatória e deve ser preenchida conforme sua necessidade. Como eu vou subir a VM sem conexão com a rede, não vou escolher para adicioná-la no domínio porque não irá funcionar, mas é possível definir o seu domínio e credenciais para incluir a VM no Active Directory.

 

 

Com tudo criado, clique em “Next”, revise as informações e clique em “Finish”. A conversão será iniciada.

 

 

Após a conversão finalizar o sysprep será iniciado. Pode demorar cerca de 10 minutos até o processo do sysprep terminar, então, mesmo após finalizar a conversão no Converter espere algum tempo para verificar se o sysprep foi executado com sucesso.
Para validar se o Sysprep executou com sucesso, podemos verificar a reg HKLM\SYSTEM\Setup\CloneTag. Se ela existir o valor será exatamente a data que o sysprep foi executado.

 

 

Espero que essa forma que utilizo o Converter possa ajudar mais alguém. Lembrando que essa não é a única forma de fazer esse processo e o Converter não se resume a isso. Não deixe de ler a documentação do produto em: https://www.vmware.com/support/pubs/converter_pubs.html

Até breve!

 

 

 

 

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Você conhece as ferramentas do SysInternals? http://www.itproland.com.br/voce-conhece-as-ferramentas-do-sysinternals/ http://www.itproland.com.br/voce-conhece-as-ferramentas-do-sysinternals/#comments Thu, 20 Jul 2017 01:57:09 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=243

 

Olá, pessoal!

Ainda sobre o papo de troubleshooting, quais ferramentas você utilizam para auxiliar na resolução de problemas? Uma das mais antigas para sistemas Windows é o SysInternals! Ela é bem antiga, usada desde o Windows Server 2003, mas ainda bem útil em diversas situações. Eu sempre tenho em mãos as ferramentas do SysInternals porque podem ser úteis em diferentes momentos. Irei descrever algumas das que eu mais uso e como elas já me ajudaram, seja para resolver um problema ou para apoio na ação de uma atividade.

  • BGINFO

Essa acho que a maioria das pessoas conhece, mas poucos talvez saibam que faz parte da suite do Sysinternals. O Bginfo é utilizado para coletar informações do SO (IP, hostname, discos, versão do SO, etc) e colocar no papel de parede. Muito utilizado pelos administradores para ficar mais fácil do usuário passar alguma informação por telefone, por exemplo. É simples e fácil de implantar.

Essa é um exemplo do resultado da utilização do BGINFO:

  • Process Explorer

Com o Process Explorer você pode ver em detalhes o que um aplicativo que está rodando em um PC está fazendo exatamente. Com ele você tem detalhes em tempo real de uso de CPU, memória, PID, além de um detalhamento de quais DLLs estão sendo acessadas por este processo, entre muitos outros detalhes. É muito útil para analisar problemas de performance em um determinado executável, por exemplo. Abaixo um exemplo dos detalhes mostrados.

 

 

Se você abrir as propriedades de um determinado processo, ainda pode ver mais detalhes:

 

 

E uma das opções mais legais também é a possibilidade de através dele mesmo fazer uma verificação do arquivo no VirusTotal:

 

 

  • Process Monitor

Diferente do Process Explorer, o Process Monitor tem o objetivo de você verificar tudo que está sendo acessado na máquina. Quando você o executa, a partir desse momento, qualquer processo que precisar acessar algum tipo de arquivo será listado para você mostrando qual processo tentou ler determinado objeto e qual foi o resultado. Esse resultado pode varia entre sucesso, falha, não encontrado, entre outros que pode te ajudar a determinar um problema. Veja um exemplo do resultado:

 

 

Essa é uma da ferramentas que eu mais utilizo do Sysinternals porque ajuda muito na hora de um troubleshooting de uma aplicação que não está funcionando corretamente. Em especial, já utilizei muito em casos que o usuário era administrador de uma máquina, você tirou esse acesso e algum programa parou de funcionar corretamente. Isso geralmente ocorre porque o processo está tentando acessar um registro, um arquivo ou outro local que ele não possui mais acesso. Com o Process Monitor você consegue identificar isso, dar o acesso exatamente onde é necessário e o usuário pode continuar sem acesso administrador na máquina. Muito útil, não?

 

  • PsExec

O PsExec já me salvou diversas vezes de trabalhos que eu iria levar dias e fiz em algumas horas. Com ele você pode se conectar remotamente numa máquina e executar comandos nela. É uma ferramenta de linha de comando que aceita alguns argumentos, então não temos nenhuma interface gráfica. Um bom exemplo de caso de uso:

psexec.exe \\maquina C:\windows\system32\cmd.exe

Com esse comando você chama o CMD remotamente na máquina do usuário sem aparecer para ele e com isso você pode executar comandos. Já utilizei muito co psexec para efetuar instalação de softwares remotamente, já que você pode copiar um arquivo remotamente e solicitar a execução ao final da cópia. Juntando isso com comandos silents nos instaladores você consegue efetuar uma instalação remota sem a necessidade de GPOs ou softwares de terceiros.

 

  • PsKill

Esse é bem simples, mas ainda bem útil. Com ele você pode finalizar um processo de uma máquina remota. Você só precisará saber o nome do executável que deseja finalizar. Também é uma ferramenta de linha de comando, portanto, não espere nenhuma interface gráfica.

 

  • RamMap

Com o RamMap você terá uma visão aprofundada de como está sendo alocada a memória de uma máquina. Muito utilizado para entender qual processo está consumindo memória ou se você está tendo algum problema com cache de memória, entre outros casos. Diferente dos últimos que citei, esse possui uma interface gráfica para análise dos dados.

 

 

Existem mais de vinte ferramentas na suite para diferentes usos, listei apenas as que mais utilizo. Espero que possa ajudar alguém que não conhecia ainda todas as possibilidades das ferramentas do SysInternals.

 

 

Até breve!

 

 

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Dicas para Troubleshooting http://www.itproland.com.br/dicas-para-troubleshooting/ http://www.itproland.com.br/dicas-para-troubleshooting/#comments Fri, 14 Jul 2017 02:08:09 +0000 http://www.itproland.com.br/?p=234

 

Olá, pessoal!

 

Todos os dias nos grupos do Telegram sobre discussões técnicas (http://listatelegram.github.io/) surge inúmeras pessoas com diferentes problemas pedindo ajuda. Sempre tentamos ajudar, mas percebo que poucas sabem como agir diante de um problema. Como fazer um troubleshooting para descobrir a causa e a solução de um problema? Pensando nisso, decidi escrever esse post com algumas dicas que aprendi durante o tempo que venho trabalhando com TI. Lembrando que não existe certo ou errado, essas dicas são apenas a forma que eu trabalho e pode existir diversas formas diferentes. Acredito que com o tempo você pode criar sua própria maneira de agir diante de um troubleshooting. Importante salientar também que não estou focando em nenhuma tecnologia, isso pode ajudar para qualquer problema.
  • Houve alguma mudança?
Pense na seguinte situação bem simples: uma VM parou de responder na rede de repente mesmo com ela ligada. Antes de iniciar qualquer verificação é importante pensar se houve alguma mudança que possa ter ocasionado isso. Eu posso dizer tranquilamente que em 95% dos casos um problema foi ocasionado por alguma mudança. As coisas não costumam parar de funcionar DO NADA, alguma mudança ocorreu. Então tente relembrar as últimas alterações, converse com a equipe e verifique se alguém fez algum tipo de alteração que tenha a ver com o seu problema. Muitas vezes você vai descobrir rapidamente o que ocasionou o seu problema e tudo vai ficar mais fácil de entender e resolver.
  • Logs são seus amigos, use-o.
Se um problema existe, alguma mensagem de erro tem que existir. Seja em texto, event viewer, mensagem na tela, sei lá. Alguma coisa tem que ser retornada se um erro existiu, portanto, antes de quebrar a cabeça veja os logs. Em muitos casos é lá que você vai encontrar a resposta ou ao menos uma dica do que está acontecendo. Muitas vezes eu já parei completamente um troubleshooting com um desenvolvedor porque a aplicação dele não gerava log e minha bola de cristal não estava funcionando naquele dia.
  • O Google é meu pastor e nada me faltará.
Ninguém sabe de tudo de cabeça. Na verdade, hoje em dia perder tempo decorando comandos ou erros é besteira. Uma simples Googlada e você tem a resposta para um erro. Portanto, use a abuse. Aprenda a pesquisar, utilize palavras chaves, utilize termos em inglês e não cole o erro inteiro no Google, use uma parte dele para que você possa encontrar situações parecidas com a sua. Pense sempre que você não deve ter sido o primeiro no mundo a receber aquele erro ou a enfrentar certo problema.
Não tem acesso a internet no PC? Você tem seu celular. Eu já cansei de fazer pesquisas pelo celular porque não estava próximo de um PC ou sem acesso à internet.
  • Desapegue do problema.
Às vezes estamos tão focados em resolver um problema que a resposta está na nossa cara mas não enxergamos. Foram inúmeras as vezes em que eu estava fazendo um troubleshooting e tinha esgotado todas as possibilidades, então resolvi dar um tempo para espairecer, voltei e resolvi em cinco minutos. Se isso for possível, dê um tempo pro seu cérebro processar as informações, se desligar desse problema e depois volte para tentar resolvê-lo.

 

Essas são as principais dicas que uso para resolver os problemas que enfrento no dia a dia. Isso é a minha fórmula de trabalhar, mas cada um tem uma forma pessoal de agir diante de um problema. Tem alguma dica? Deixe nos comentários!

 

Até breve!

 

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